Cello

Coreia do Sul, 2005, 94Min.
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Sinopse: Hong Mi-ju (Seong Hyeon-a, Woman is the Future of Man) é uma professora de violoncelo que vive com as memórias ressentidas de um acidente mortal envolvendo a sua melhor amiga, Tae-in (Pak Da-an). Quando a sua filha começa a ter um interesse repentino em aprender a tocar violoncelo, subitamente a sua família é colocada sob a ameaça de um ente sobrenatural, ao mesmo tempo que Hong Mi-Ju começa a ser ameaçada por uma das suas alunas de violoncelo...
Classificação: 3/10Crítica: Tal como noutras películas de terror asiáticas e mais concretamente Coreanas, Cello, segue a premissa baseada num problema emocional familiar entre mãe e filha, que suporta todo o centro nevrálgico narrativo, complementado pela rapariga de longos cabelos negros que atemoriza a família. È mais um drama familiar, disfarçado de filme de terror, na sequência de outros tantos como Phone, Ju-Hon ou Ringu, só para citar alguns.
Cello -o título do filme- remete ao violoncelo, instrumento musical, que aqui é um elemento simbólico e ao mesmo tempo central na ligação entre acontecimentos. Pelo menos não é mais um objecto que sofre de um qualquer tipo de maldição e afecta tudo à sua volta, como em alguns filmes recentes do género. Valha-nos isso. Mas Cello contém todos os clichés deste tipo de filme, o que convenhamos que para quem já viu uma série de filmes de terror asiáticos, começa a saturar e muito.
Para agravar mais as coisas, nada está bem feito. O suspense (os sustos), para além de previsivel, não funciona minimamente, os efeitos especiais são básicos e o famoso twist final... para além de pouco original, volta a não ter nexo algum. Posso até afirmar que com um processo narrativo tão previsivel e monótono, a espaços, é dificil prestar atenção e manter o interesse no filme. Salva-se ao menos algumas composições em violoncelo que vão entrando no ouvido e o trabalho dos actores que permite manter um pouco a chama acesa.
Cello é mais um filme de terror asiático que nada de novo traz ao género. Falha em repetir a fórmula já gasta do terror oriental (embora altamente apreciada pelos remakes americanos) recorrendo repetidamente ao clichés do género. Há seguramente propostas melhores vindas da prolífera Coreia do Sul.

Para agravar mais as coisas, nada está bem feito. O suspense (os sustos), para além de previsivel, não funciona minimamente, os efeitos especiais são básicos e o famoso twist final... para além de pouco original, volta a não ter nexo algum. Posso até afirmar que com um processo narrativo tão previsivel e monótono, a espaços, é dificil prestar atenção e manter o interesse no filme. Salva-se ao menos algumas composições em violoncelo que vão entrando no ouvido e o trabalho dos actores que permite manter um pouco a chama acesa.
Cello é mais um filme de terror asiático que nada de novo traz ao género. Falha em repetir a fórmula já gasta do terror oriental (embora altamente apreciada pelos remakes americanos) recorrendo repetidamente ao clichés do género. Há seguramente propostas melhores vindas da prolífera Coreia do Sul.
Sérgio Lopes
3 Comments:
Mais um filme coreano ao estilo "j-horror", na linha de filmes como o "The Red Shoes" ou o "The Wig" que sairam no ultimo ano. Este esta entre os 2, ou seja, é um filme razoavel. Apesar de nada de novo, o cuidado visual é sempre o maior destaque neste tipo de filmes vindos da coreia, sempre com bons ambientes, mas depois falta algo nos argumentos e/ou na realização....
Ya, mais do mesmo. Ainda assim o menos mau na minha opinião é o Red Shoes. talvez o mais "Stylist"
Sim, sem dúvida, desses 3 é o que tem melhor visual.
(sapatos rosa num filme de horror é um excelente contraste) :)
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