domingo, abril 08, 2007

Dororo

Japão, 2007, 139Min.

Página Oficial - Trailer - Fotos

Sinopse: Depois de uma sangrenta batalha, um guerreiro faz um pacto com 48 demónios: Em troca de poder, ele dá todos os membros e órgãos internos de seu futuro filho aos demónios. Ao nascer completamente sem órgãos e membros, o bebé (chamado Hyakkimaru) é abandonado num rio e adoptado por um velho eremita, que com a ciência e tecnologia que só existem no mundo dos mangás, constrói os membros e órgãos para a criança a partir de pedaços de cadáveres. Ao crescer, Hyakkimaru descobre que se quiser ter os seus membros e órgãos verdadeiros de volta, precisa de matar os demónios a quem os membros foram oferecidos...

Crítica: Antes de mais, será necessário informar que o filme é baseado num manga de algum sucesso, o que explica um pouco a sinopse. E Dororo até começa muito bem, com bom ritmo, óptimos efeitos especiais e um visual fabuloso. Enquanto Hyakkimaru só enfrenta os demónios, o filme diverte e bem, mesmo para quem não tolera muita computação gráfica como eu. Mas a partir do momento em que Hyakkimaru descobre quem são os seus pais verdadeiros, o ritmo do filme cai vertiginosamente! E para piorar, a duração total do filme é de quase 2 horas e meia, o que dá para imaginar o sacrificio a fazer até o filme acabar.

As cenas de luta são decepcionantes. Tony Ching Siu Tung é um coreógrafo criativo, mas que não teve muito espaço para mostrar a sua competência em Dororo, já que a grande maioria das cenas de acção são contra demónios de CGI. As poucas lutas de espada que têm uma coreografia mais elaborada duram pouquíssimos segundos!!! Definitivamente não precisava ter sido Ching Siu Tung...

O que se salva em Dororo é o visual sensacional dos demónios (todos sabem que os japoneses têm mais criatividade para criar monstros do que heróis...) e o carisma de Kou Shibasaki, dona de um dos mais belos e expressivos pares de olhos dos últimos tempos (sem esquecer do resto, é claro), que mesmo sem convencer muito no papel (só para recordar, no manga Dororo é uma criança) conseguiu manter a minha atenção até o final.

Algo que achei estranho (já que eu nunca li o manga que lhe deu origem) é que, apesar de dar o nome ao filme, Dororo é praticamente uma coadjuvante na estória. Ela é apenas uma menina que foi criada como um menino e que vive de pequenos furtos. Um dia, depois de presenciar Hyakkimaru a massacrar um demónio, resolve acompanhá-lo, aparentemente apenas pela aventura.

Notas à parte, Dororo desilude. Para quem viu Shinobi, Dororo está ao mesmo nível. Por isso, quem adorou Shinobi, também vai adorar Dororo. Consequentemente, quem não gostou...

Takeo Maruyama

3 Comments:

Anonymous Larissa de Almeida Ultramar said...

Desde da 1° vez que vi o filme "DORORO"ameiii ♥..
Esse filme é maravilhoso,
as personagens q eu mais gostei foi a Ladra,o Bebe eo o principal DORORO..Eu comprei esse filme de tanto q eu gostei..
Assisto todos os dias.
Nao me canso e nunca vou me cansar de assisti esse filme maravilhoso,otimo
inesquesivel

10:22 da tarde  
Blogger May said...

Acho que a sua impressão do filme se deve ao fato do mesmo não finalizar a história, será lançado um segundo filme se não me engano no começo de 2009. E como quem ja jogou o jogo para play 2(Blood will tell)ja bem sabe, a Dororo tem um papel fundamental na história, basta esperar e ver a continuação, vale muito a pena.

10:41 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

na verdad a menina nao se chama dororo, ela ao seguir o rapaz fala q ele naum se chamara mas d dororo i q esse nome pertenceria ha ela.

4:12 da tarde  

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